Uma plataforma EHS guarda informação sensível: ocorrências, investigações, nomes de trabalhadores, aptidão médica. A segurança de dados na plataforma EHSflow assenta em poucas regras, aplicadas no servidor e não apenas no ecrã. Esta página descreve o que fazemos — e só o que fazemos.
Segurança de dados na plataforma EHS: o essencial
- Alojamento na Europa. A plataforma e a base de dados estão alojadas em infra-estrutura na Europa.
- Ligação encriptada. Todo o tráfego entre o browser ou a app e o servidor passa por HTTPS (TLS).
- Cada empresa só vê os seus dados. O isolamento é feito na própria base de dados.
- Cada pessoa só vê o que o seu papel permite, e, se a empresa assim o definir, só nas bases que lhe forem atribuídas.
Isolamento entre empresas
Cada registo pertence a uma organização, e a base de dados aplica regras de segurança ao nível da linha (row-level security): uma consulta só devolve as linhas da organização de quem está a pedir. A regra vale para o ecrã e para qualquer pedido feito directamente à interface de dados — esconder um botão não seria uma protecção.
Quem vê o quê dentro da empresa
As permissões combinam 6 papéis, 18 módulos e 5 acções: ver, criar, editar, aprovar e consultar o histórico completo. O administrador da conta define a matriz no ecrã de Administração.
Cada papel pode ainda ter um âmbito: a organização inteira ou apenas as bases atribuídas. Um supervisor da Base Norte — Soyo pode ficar a ver só os registos dessa base, enquanto a direcção vê todas. Esta fronteira também é aplicada na base de dados, para leitura e para escrita.
Dados de saúde
A saúde ocupacional separa duas camadas. A conclusão de aptidão — apto, apto com restrições, inapto — é visível a quem tem acesso ao módulo, porque dela depende a colocação do trabalhador. As notas clínicas são visíveis apenas a utilizadores com o papel de médico.
Nem o administrador da conta lê as notas clínicas, e essa restrição não está na matriz de permissões editável — está na base de dados. Para quem não é médico, a consulta não devolve nada, nem sequer a indicação de que existe uma nota. As exportações saem sem conteúdo clínico.
Entrada sem senha
Entra-se no EHSflow com um código de 6 dígitos enviado para o email do utilizador. Não há senhas para roubar, reutilizar noutros serviços ou escrever num papel. A segurança da conta depende, por isso, da segurança do email: recomendamos endereços da própria empresa e que o acesso ao email esteja protegido.
Trabalho sem rede
O reporte no terreno e as inspecções funcionam sem ligação. Enquanto não há rede, o registo fica guardado no armazenamento da app, nesse telemóvel. Quando a ligação volta, é enviado pela ligação encriptada e passa a estar protegido pelas mesmas regras de acesso de todos os outros dados. Recomendamos que os telemóveis usados no terreno tenham bloqueio de ecrã.
Cópias de segurança
São mantidas cópias de segurança da base de dados, para permitir a recuperação em caso de falha.
Servidor dedicado
Nos planos Profissional e Enterprise, a empresa tem um servidor dedicado. No Essencial, a plataforma corre em infra-estrutura partilhada, com o mesmo isolamento por empresa descrito acima. Os planos estão comparados na página de preços.
Acesso para suporte
Para prestar suporte e operar o serviço, a equipa técnica da plataforma consegue aceder a uma conta de cliente. Mesmo nesse acesso, as notas clínicas continuam fechadas, porque a regra que as protege depende do papel de médico e não de quem administra.
O que não afirmamos
Não indicamos certificações de segurança que não temos. Se a sua empresa precisa de responder a um questionário de segurança de fornecedores, envie-o para geral@safeflow.ao e respondemos com o que existe. O tratamento de dados pessoais está descrito na política de privacidade, e o enquadramento contratual nos termos de utilização. Para ver estes controlos na prática, peça uma demonstração.