Sem competência válida, não há permissão.
Se um executante não tem a competência exigida dentro da validade, a permissão fica bloqueada. A validade vem da matriz de Formação e competências, não de uma declaração.
Emissão de permissões de trabalho com executantes, verificação de competências e medição de gases que bloqueia o que não pode avançar.
O que faz
A permissão é preparada para um trabalho e um local concretos, e só é emitida depois das verificações.
Cada executante é associado à permissão, com as competências confirmadas na matriz de Formação e competências.
Os valores medidos ficam registados na própria permissão, junto de quem a emitiu.
Terminado o trabalho, a permissão é fechada e sai da lista de permissões activas.
Fluxo
Trabalho, local, riscos e executantes.
Só depois de validar competências e gases.
O trabalho decorre com a permissão activa.
Trabalho terminado, permissão fechada.
Regras de bloqueio
Se um executante não tem a competência exigida dentro da validade, a permissão fica bloqueada. A validade vem da matriz de Formação e competências, não de uma declaração.
Quando a medição de gases falha, a permissão não avança para execução. O registo fica na permissão, para a investigação e para a auditoria.
As Permissões de trabalho do EHSflow são um sistema de permissão de trabalho pensado para a barreira que deve ser: separar «alguém decidiu soldar ao lado do tanque» de «alguém verificou que se podia soldar ao lado do tanque». A permissão prepara-se como rascunho, verifica-se no local e só depois é emitida — por quem tem autoridade para isso.
Num livro de permissões em papel, tudo cabe. O nome do executante escreve-se à mão e ninguém confirma se a formação em espaços confinados está válida. A casa «atmosfera testada» marca-se com um visto, que não distingue 19,5% de 16% de oxigénio. A permissão termina e ninguém volta ao local para a encerrar. Quando há um acidente, a folha diz que estava tudo bem.
O supervisor descreve o trabalho, escolhe o tipo, a base, o local exacto e a janela de validade. Há nove tipos: trabalho a quente, espaço confinado, trabalho em altura, escavação, intervenção eléctrica, içamento de cargas, isolamento de energias (LOTO), radiografia industrial e genérica. A permissão pode ligar-se a uma avaliação já feita no módulo de Riscos, para não repetir uma análise que ninguém revê.
Os executantes são pessoas da equipa ou trabalhadores externos, com nome, empresa e função. As competências exigidas escolhem-se do catálogo de Formação e competências, com sugestões por tipo. O EHSflow verifica cada executante da equipa contra esse catálogo.
Cada tipo traz uma lista padrão de condições a confirmar antes de emitir. Num trabalho a quente: área limpa de combustíveis num raio de 11 m, extintor no local e testado, vigia de incêndio designado, aberturas e drenos vedados, atmosfera testada e vigia mantido 30 minutos depois do fim. A lista pode ser ajustada, e todas as condições têm de estar confirmadas.
As leituras registam-se com valor e hora: O₂, LEL, H₂S e CO. O ecrã compara cada leitura com os limites de entrada e diz qual falha, e porquê. Se duas leituras tiverem o mesmo minuto, vale a registada depois.
A emissão é uma assinatura: fica registado quem autorizou, com data e hora. Suspender pára o trabalho com o motivo escrito, para a equipa ler. Encerrar significa que alguém foi ao local, confirmou que a área está limpa e segura, e assina por isso.
O EHSflow distingue, à vista, dois tipos de bloqueio.
Bloqueios duros — a permissão não sai:
Bloqueio com excepção — só com justificação escrita:
Uma competência em falta é um risco de julgamento, e pode haver razão para o correr com supervisão. Uma atmosfera com 16% de oxigénio não tem justificação nenhuma.
Preparar exige a permissão de criar. Emitir, suspender e encerrar exigem a permissão de aprovar. No padrão recomendado, o supervisor prepara e não emite. Se a mesma pessoa fizesse as duas coisas, o documento não acrescentaria barreira nenhuma. O nome de cada executante fica gravado na própria permissão, como prova de quem foi autorizado e em que data.
A lista exporta para PDF e Excel, e as fotografias do local, do isolamento e do detector ficam anexadas como evidência da assinatura.
Os trabalhadores de Contratadas entram como executantes externos; as suas competências não são verificáveis pela plataforma, e o ecrã di-lo em vez de fingir uma verificação completa. Uma alteração temporária à instalação — um bypass, um percurso provisório — regista-se em Gestão de mudanças, com prazo de reversão.
Permissões de trabalho não faz parte do núcleo do Essencial. Está no Profissional quando a operação o exige — o sector e as respostas do registo activam-no, por exemplo em petróleo e gás, construção, mineração e energia — e no Enterprise. Veja os preços por plano ou peça uma demonstração do fluxo completo de emissão.
Perguntas frequentes
A emissão fica bloqueada e o ecrã mostra quem falha e em quê. Pode emitir-se com excepção, mas só com justificação escrita, que fica registada na permissão.
Em espaço confinado e trabalho a quente, sem leitura dentro dos limites a permissão não é emitida, com justificação ou sem ela. Os limites de entrada são O₂ entre 19,5% e 23,5%, LEL abaixo de 10%, H₂S até 10 ppm e CO até 25 ppm.
Quem tem a permissão de aprovar no módulo. No padrão recomendado, o supervisor prepara o rascunho e não emite; a emissão, a suspensão e o encerramento ficam registados com nome, data e hora.
Sim, mesmo sem conta na plataforma. As competências desses executantes externos não podem ser verificadas pelo EHSflow, e o ecrã avisa que a verificação é parcial.
Não. O modo sem rede cobre o reporte de ocorrências e as inspecções. A preparação e a emissão de permissões fazem-se com ligação.