Reporte no terreno

Reporte de ocorrências pelo telemóvel, com fotografia e localização, que grava no aparelho e envia sozinho quando a rede volta.

NúcleoOperação · Incluído em todos os planos e em todos os sectores.

O que faz

Reporte no terreno no dia-a-dia

  • Grava primeiro no telemóvel e sincroniza quando há rede
  • Até 12 fotografias por registo, reduzidas no próprio aparelho
  • Localização GPS com um toque
  • Reporte identificado ou anónimo
  • Instala-se a partir do navegador, sem loja de apps
  • Em português e inglês

O Reporte no terreno é a app de reporte de incidentes sem rede do EHSflow. Um trabalhador regista um quase-acidente, um acto inseguro ou uma condição insegura no telemóvel, com fotografia e localização, no sítio onde o viu. Se não houver rede, o registo fica guardado no aparelho e segue sozinho quando a rede voltar.

O problema: no terreno, a rede falha

Num cais, numa plataforma, numa mina ou num estaleiro afastado de Luanda, a rede aparece e desaparece. Uma plataforma de segurança que depende de ligação para gravar perde exactamente os reportes que mais importam. A alternativa habitual — uma fotografia no WhatsApp e um papel preenchido ao fim do dia — perde o local, a hora e metade do que se viu.

O Reporte no terreno foi desenhado ao contrário: grava sempre primeiro no telemóvel, mesmo quando há rede, e envia depois. Quem escreveu nunca perde o que escreveu.

Como funciona a app de reporte de incidentes sem rede

1. Abrir

Não há nada a instalar de uma loja. Abre-se o endereço do EHSflow no navegador do telemóvel e adiciona-se ao ecrã principal. A app fica com ícone próprio, abre em ecrã inteiro e entra directamente no formulário de reporte, que é o que se usa mais no terreno. A entrada faz-se com o email de trabalho e um código de 6 dígitos — sem senha para decorar.

2. Preencher

O formulário pede o essencial, e nada mais:

  • Tipo de ocorrência, em três grupos: acidentes com lesão, incidentes sem lesão e situações de risco.
  • O que aconteceu, numa frase — por exemplo, «Cinta de içamento desgastada».
  • Detalhe, opcional: como aconteceu, quem estava, o que foi feito no momento.
  • Base e local exacto — Base Portuária — Luanda, parque de contentores, baía 3.
  • Fotografias da ocorrência.
  • Localização, com um toque em «Marcar a minha localização».
  • Identificação: identificado ou anónimo.

3. Gravar

Ao registar, o ecrã confirma uma de duas coisas: «A enviar para a plataforma» ou «Guardada no telemóvel — envia sozinha quando houver rede». Uma barra mostra quantos registos estão em fila. Quando a rede volta, a sincronização é automática.

Fotografias que chegam, mesmo com rede fraca

Uma fotografia de telemóvel tem 4 a 8 MB. A rede no campo não a suporta, e quem vê a barra parada desiste. Por isso o EHSflow reduz cada fotografia no próprio telemóvel, antes de qualquer envio. Fica tipicamente entre 150 e 400 KB e continua a dar para ler uma etiqueta ou ver uma fissura. A rotação é corrigida, para que as fotografias não apareçam deitadas.

Cada registo aceita até 12 fotografias. Quando a pessoa autoriza a localização, cada fotografia guarda as coordenadas de onde foi tirada — útil para encontrar o ponto exacto num parque grande. Se o GPS demorar ou for recusado, a fotografia segue sem coordenadas: uma foto sem GPS vale mais do que nenhuma foto.

As fotografias tiradas antes de a ocorrência existir ligam-se a ela automaticamente quando o registo sincroniza.

Regras que protegem quem reporta

  • Anónimo é uma opção de primeira linha. Ao escolher «Anónimo», o nome não fica associado ao registo. O ecrã diz-o: reportar é sempre bem-vindo.
  • Ninguém reenvia nada. A fila esvazia-se sozinha. Na lista de Incidentes, um ícone assinala o que foi capturado sem rede, com a hora de captura e a de sincronização.
  • No computador, a mesma protecção. Se a ligação cair a meio, o registo fica guardado nesse computador e segue quando ela voltar.
  • Gravidade inicial automática. O tipo escolhido define a gravidade de partida: um acidente com baixa entra logo com gravidade alta.

Quem usa

  • Colaborador — reporta o que vê, onde vê.
  • Supervisor — regista ocorrências da sua equipa e o que foi feito no momento.
  • QHSE — recebe os registos já com fotografia e local, e investiga.

O mesmo motor offline serve as Inspecções: uma checklist feita num armazém sem rede grava no telemóvel e sincroniza depois.

O que a direcção ganha

Mais reportes, e mais completos. O Painel mostra o volume por mês e por base e a proporção de quase-acidentes. Quando o número de reportes sobe, é sinal de cultura de reporte a melhorar — a equipa está a ver os problemas antes de eles magoarem alguém. Para o comportamento observado em tarefas, e não em ocorrências, existe o módulo de Observações.

Ponha a equipa a reportar esta semana

O Reporte no terreno faz parte do núcleo e está incluído em todos os planos, com utilizadores ilimitados. Crie a conta e teste a app sem rede durante 30 dias grátis, ou peça uma demonstração no telemóvel.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre Reporte no terreno.

Funciona mesmo sem internet?

Sim. A ocorrência grava-se primeiro no telemóvel. Sem rede, fica em fila e o ecrã mostra quantos registos estão à espera; seguem sozinhos quando a rede volta, sem ninguém ter de reenviar.

É preciso instalar a partir da Play Store ou da App Store?

Não. Abre o endereço do EHSflow no navegador do telemóvel e adiciona-o ao ecrã principal. Fica com ícone próprio e abre em ecrã inteiro, directamente no formulário de reporte.

Cada trabalhador precisa de uma conta?

Sim. Cada pessoa entra com o seu email e um código de 6 dígitos, sem senha. Os utilizadores são ilimitados em todos os planos, por isso não há custo por pessoa.

O reporte anónimo é mesmo anónimo?

O nome de quem reporta não fica associado ao registo nem às fotografias. A ocorrência aparece na lista como registo anónimo.

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