Painel

TRIR e LTIF em média móvel, alertas e acções em atraso num só ecrã, calculados a partir do que a equipa regista no terreno.

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O que faz

Painel no dia-a-dia

  • TRIR e LTIF em média móvel, calculados sobre horas reais
  • Alertas de acções em atraso, competências e não conformidades maiores
  • Ocorrências por tipo, por mês e por base
  • Tendência do LTIF face a há seis meses
  • Filtro por base aplicado a todo o ecrã
  • Exportação para PDF e Excel

O Painel do EHSflow junta num só ecrã os indicadores de segurança TRIR e LTIF, os alertas que pedem decisão e as acções em atraso. Não tem números a introduzir à mão: calcula-se sozinho a partir do que a equipa regista nos outros módulos — ocorrências, auditorias, acções e horas trabalhadas.

O problema: indicadores feitos à mão, sempre atrasados

Em muitas operações em Angola, as taxas de acidentes ainda se calculam no fim do mês. Os dados chegam em relatórios de papel, fotografias no WhatsApp e folhas de Excel que cada base preenche à sua maneira. Quando o número chega à direcção, já tem semanas. E ninguém consegue dizer, com segurança, de que registos saiu.

O Painel inverte essa ordem. O registo é feito uma vez, no terreno ou no escritório, e o indicador actualiza-se a partir dele. O próprio ecrã diz sobre quantas ocorrências, horas trabalhadas e auditorias está a calcular. Nenhum número é ilustrativo.

Indicadores de segurança TRIR e LTIF calculados, não digitados

O TRIR conta os acidentes registáveis — com baixa e sem baixa — por 200.000 horas trabalhadas. O LTIF conta os acidentes com baixa por 1.000.000 de horas. No painel, os dois aparecem em média móvel, com a fórmula visível, para que um mês atípico não esconda a tendência.

As horas trabalhadas lançam-se no módulo de Relatórios, uma linha por mês e por base. Sem horas, a taxa aparece como «—» e nunca como zero. Zero diria que não houve acidentes. O traço diz a verdade: ainda não se sabe.

O que o ecrã mostra

  • TRIR e LTIF em média móvel.
  • Auditorias concluídas nos últimos 12 meses, face às planeadas.
  • Acções fora de prazo, com a mais antiga em destaque.
  • Ocorrências por tipo: com baixa, sem baixa e primeiros socorros, quase-acidentes, ambientais, actos e condições inseguras.
  • Tendência do LTIF, com o valor actual ao lado do de há seis meses.
  • Ocorrências por mês e por base, com as horas trabalhadas de cada base.
  • Lista das acções críticas em atraso, com os dias de atraso de cada uma.

Como funciona, passo a passo

  1. A administração cria as bases da operação — por exemplo, Base Portuária — Luanda e Base Norte — Soyo.
  2. A equipa reporta ocorrências pelo telemóvel, mesmo sem rede.
  3. O QHSE investiga e abre acções com responsável e prazo.
  4. Todos os meses, alguém lança as horas trabalhadas de cada base.
  5. O painel recalcula tudo. O selector de base no topo filtra todos os blocos ao mesmo tempo.

Alertas que pedem decisão

O bloco de alertas junta o que exige atenção hoje:

  • Acções fora de prazo, com a idade da mais antiga.
  • Competências críticas expiradas, que bloqueiam a designação para tarefas críticas.
  • Competências críticas a expirar nos próximos 60 dias.
  • Não conformidades maiores detectadas em auditoria.
  • Próxima auditoria agendada, com título e data.

Os alertas de competências usam a mesma definição de Formação e competências: só competências marcadas como críticas e só pessoas activas. Uma certificação expirada de quem já saiu da empresa não conta. Assim, o painel e o módulo nunca dão números diferentes sobre a mesma organização.

Uma leitura honesta do volume de ocorrências

Quando a cultura de reporte melhora, o número de ocorrências sobe. Isso não é degradação. O painel di-lo por escrito e mostra quantos dos registos são quase-acidentes. O que interessa à direcção é a proporção entre quase-acidentes e acidentes, não o total isolado. Uma equipa que reporta muitos quase-acidentes está a ver o problema antes de ele magoar alguém.

Quem usa o painel

  • Direcção e Direcção QHSE — leitura rápida do estado da operação, por base ou no conjunto da empresa.
  • QHSE — acompanha alertas, acções em atraso e a evolução das taxas.
  • Supervisor — trabalha sobre os registos da sua base, quando o perfil está limitado às bases atribuídas.
  • Colaborador — acede ao que a matriz de permissões lhe concede.

O acesso de cada papel define-se em Administração, sem custo por utilizador: os utilizadores são ilimitados em todos os planos.

Exportar para a reunião de direcção

O painel exporta para PDF e Excel. O PDF sai apresentável, com os indicadores em destaque, data de geração e numeração de páginas — pronto a anexar a um relatório mensal. No Excel, as datas saem como datas e os números como números. Para comparar períodos e ver os 28 indicadores completos, use os Relatórios.

Ligação aos outros módulos

O painel não vive sozinho. Lê as ocorrências de Incidentes, as acções de Acções (CAPA), as auditorias concluídas e as competências da equipa. Quanto mais a equipa regista, mais fiel fica o retrato. E cada alerta aponta para o módulo onde o problema se resolve.

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Perguntas frequentes

Perguntas sobre Painel.

Preciso de introduzir os números à mão?

Não. O painel calcula-se a partir das ocorrências, auditorias, acções e horas trabalhadas registadas na plataforma. Só as horas trabalhadas se lançam, uma vez por mês e por base, no módulo de Relatórios.

Porque é que o TRIR aparece com um traço?

Porque ainda não há horas trabalhadas lançadas para esse período. Sem horas a taxa não se calcula, e o EHSflow mostra «—» em vez de um zero que daria a entender que não houve acidentes.

Posso ver os indicadores de uma só base?

Sim. O selector de base no topo filtra todo o painel ao mesmo tempo. Também pode limitar cada perfil às bases que lhe forem atribuídas, na Administração.

Exporta para PDF e Excel?

Sim. O PDF sai com os indicadores em destaque, data de geração e numeração de páginas. No Excel, datas e números saem como valores, prontos para filtrar e fazer tabelas dinâmicas.

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