Riscos

Avaliação de riscos HIRA numa matriz 5x5, com risco inicial e residual, controlos escritos e revisões que não ficam esquecidas.

NúcleoGestão · Incluído em todos os planos e em todos os sectores.

O que faz

Riscos no dia-a-dia

  • Matriz 5×5 clicável, com vista de risco inicial e residual
  • Nível calculado pela base de dados, nunca escrito à mão
  • Controlos existentes listados em cada risco
  • Avisos quando o residual não bate certo com os controlos
  • Revisões vencidas e nunca feitas contadas à parte
  • Exportação para PDF e Excel

O módulo de Riscos do EHSflow organiza a avaliação HIRA numa matriz de risco 5x5. Cada perigo recebe um nível de 1 a 25 — probabilidade × severidade — antes e depois dos controlos. A diferença entre o risco inicial e o residual é a medida do que os controlos estão realmente a valer.

O problema: a matriz que envelhece numa folha de Excel

A avaliação de riscos faz-se muitas vezes uma vez, para a certificação ou para o arranque de um projecto. Fica numa folha de Excel com dezenas de linhas e cores pintadas à mão. O nível foi escrito, não calculado. Os controlos dizem «procedimento» sem dizer qual. E dois anos depois ninguém sabe se a avaliação ainda corresponde à operação.

Como funciona a matriz de risco 5x5

1. Descrever o risco

Cada avaliação regista a actividade, o perigo, o evento e a consequência. O perigo é a fonte — «queda em altura», «exposição a H₂S». O evento é o que pode acontecer — «trabalhador cai da plataforma sem guarda-corpos». Pode ser associada a uma base ou a todas.

2. Avaliar o risco inicial

A probabilidade vai de rara a quase certa; a severidade, de insignificante a catastrófica. O nível calcula-se na hora e o formulário mostra a cor da matriz à medida que se mexe nos selectores. É a forma de perceber que 4×4 e 5×3 caem em zonas diferentes.

  • Crítico: nível 15 ou mais.
  • Alto: 10 a 14.
  • Moderado: 6 a 9.
  • Baixo: 5 ou menos.

3. Listar os controlos e avaliar o residual

Os controlos existentes escrevem-se um por linha — «guarda-corpos em toda a plataforma», «procedimento e permissão de trabalho». O risco residual avalia-se com os controlos em vigor e exige os dois factores, ou nenhum: meio residual não dá nível nenhum.

Num exemplo típico, a queda de carga suspensa no içamento do cais, na Base Portuária — Luanda, parte de um nível 20 (crítico, 4 × 5) e desce para 8 (moderado, 2 × 4) com os controlos escritos.

4. Marcar a próxima revisão

A data sugerida é a doze meses. Um risco crítico não espera um ano, e a data pode ser antecipada.

Regras que impedem uma matriz decorativa

  • O nível não é um campo. É calculado pela base de dados e não se pode escrever. Nunca discorda dos factores.
  • Residual mais baixo sem controlos listados gera aviso: o residual é a medida de controlos que existem.
  • Residual igual ou pior que o inicial gera aviso. Pode ser correcto — uma medida pode introduzir um risco novo —, mas tem de ser explicado.
  • Risco alto sem controlos gera aviso: é um risco assumido sem nada a contê-lo.
  • Sem residual, conta o pior caso. Os indicadores usam o nível inicial enquanto o residual não for avaliado.
  • Os avisos não bloqueiam. Pode haver controlos ainda por escrever, e bloquear levaria a inventar texto para passar o formulário.

A matriz como ferramenta de trabalho

A matriz é clicável: escolher uma célula filtra a lista para os riscos daquele nível. Um botão troca a vista entre risco inicial e residual. Cada risco expandido mostra o evento, a consequência, os controlos, o nível inicial e residual, a próxima revisão e as fotografias associadas.

Quem usa

  • QHSE — conduz as avaliações e mantém os controlos actualizados.
  • Supervisor — contribui com a avaliação das actividades da sua área.
  • Direcção QHSE — acompanha os riscos críticos e as revisões em falta.
  • Colaborador — consulta os riscos da sua actividade, se a matriz de permissões o permitir.

O que a direcção vê

Contagem por nível — críticos, altos, moderados e baixos —, riscos sem controlos listados e revisões em falta. As revisões nunca feitas contam-se à parte das vencidas, porque são piores: nunca entraram em ciclo nenhum. Nos Relatórios, os riscos acima da tolerância, os críticos e os de revisão vencida comparam-se com o período anterior, com os mesmos limiares deste ecrã.

Ligação aos outros módulos

Uma permissão em Permissões de trabalho pode ligar-se à avaliação da tarefa, em vez de repetir a análise. Uma mudança em Gestão de mudanças usa a mesma escala de 1 a 25 para o risco antes e depois. As medidas que a avaliação exige seguem como acções com responsável e prazo em Acções (CAPA).

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Perguntas frequentes

Perguntas sobre Riscos.

Posso usar a matriz de risco da nossa empresa?

A escala é 5×5, de 1 a 25, com níveis baixo, moderado, alto e crítico. A adaptação à matriz corporativa da sua organização trata-se na implementação; fale connosco para confirmar o caso concreto.

O nível de risco pode ser alterado à mão?

Não. O nível é sempre probabilidade × severidade, calculado pela base de dados. Assim nunca discorda dos factores que o originaram.

De quanto em quanto tempo os riscos são revistos?

O formulário sugere a próxima revisão a doze meses, e pode ser antecipada. O módulo assinala as revisões em atraso e, à parte, os riscos que nunca foram revistos.

Exporta para PDF e Excel?

Sim. A lista de riscos exporta para os dois formatos, depois dos filtros aplicados.

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