Saúde ocupacional

Aptidão médica, grupos de exposição e higiene industrial, com as notas clínicas reservadas ao médico do trabalho.

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O que faz

Saúde ocupacional no dia-a-dia

  • Conclusão de aptidão com validade e restrições operacionais
  • Aptidão expirada conta como impedimento
  • Calendário de vigilância pelo grupo de exposição
  • Medições de exposição com limite e nível de acção
  • Notas clínicas só para o médico, protegidas na base de dados
  • Exportação sem conteúdo clínico

O módulo de Saúde ocupacional do EHSflow trata a medicina do trabalho e aptidão médica em duas camadas separadas. A empresa vê a conclusão de aptidão — pode trabalhar, não pode, ou pode com restrições —, porque dela dependem a colocação e a segurança de terceiros. O conteúdo clínico fica só com o médico do trabalho.

O problema: aptidões em pastas e diagnósticos à vista

Em muitas operações, as fichas de aptidão vivem numa pasta da clínica ou numa folha de Excel do departamento de recursos humanos. Ninguém sabe ao certo quem tem o exame periódico em dia. Um trabalhador com aptidão de 2023 continua a ser colocado numa tarefa crítica. E quando a informação circula, circula inteira: o supervisor que só precisava de saber «pode subir a andaimes?» acaba a ver o diagnóstico.

Como funciona a medicina do trabalho e aptidão médica no EHSflow

1. Exame e conclusão de aptidão

Cada exame regista o trabalhador, a função, o tipo — admissão, periódico, retorno ao trabalho, ocasional ou cessação —, a data, o médico, a clínica e a conclusão: apto, apto com restrições, inapto temporário ou inapto. As restrições escrevem-se como o que a pessoa não pode fazer, não como diagnóstico: «sem trabalho em altura nem em espaços confinados».

2. Grupos de exposição semelhante

Quem está exposto aos mesmos agentes — ruído, poeiras, vibrações, calor — segue o mesmo calendário de vigilância. Num grupo como «Cais — operadores de movimentação de carga», com vigilância a cada 12 meses, é a periodicidade do grupo que manda sobre a validade escrita em cada exame.

3. Higiene industrial

As medições de exposição registam o agente, o valor, a unidade, o limite aplicável, o método e o equipamento. Uma dosimetria de ruído de 86,2 dB(A) contra um limite de 85 dB(A) aparece como acima do limite, a 101%. A partir dela abre-se a acção correctiva com um botão.

4. Notas clínicas

Anamnese, achados, diagnóstico, exames realizados e recomendações ficam numa camada à parte, que só o médico do trabalho lê e escreve.

Regras que fazem o módulo cumprir a lei e proteger pessoas

  • Aptidão expirada não é aptidão. Um «apto» fora de prazo conta como impedido. Sem exame nenhum, também: um trabalhador que a plataforma não conhece não é um trabalhador apto.
  • O fim da restrição não devolve a aptidão. Um inapto temporário cuja data passou continua impedido até ao exame de retorno.
  • Medição sem limite não é verde. Aparece como «sem limite definido». Metade do limite é nível de acção, porque esperar pelos 100% é agir depois do dano.
  • Dosimetria pessoal identifica a pessoa. Uma dosimetria anónima não serve para vigilância individual.
  • O histórico não se corrige. Regista-se o exame seguinte, e a diferença entre os dois é a informação.

Notas clínicas só para o médico

Os dados de saúde são sensíveis nos termos da Lei n.º 22/11 — Lei da Protecção de Dados Pessoais. Por isso a separação não depende de uma caixa na matriz de permissões: está na base de dados. Nenhum outro papel lê as notas clínicas, nem o administrador da conta. Para quem não é médico, a consulta não devolve erro — devolve nada, porque um erro já revelaria que existe uma nota sobre aquela pessoa. As exportações saem sem conteúdo clínico. A ligação é encriptada e cada empresa só vê os seus dados.

Quem usa

  • Médico do trabalho — regista exames, conclusões, restrições e notas clínicas.
  • QHSE — gere grupos de exposição e medições de higiene industrial.
  • Supervisor — consulta quem pode ser colocado ao serviço e com que restrições.
  • Direcção QHSE — acompanha impedimentos, aptidões vencidas e exposições acima do limite.

O que a direcção vê

O resumo conta trabalhadores, não exames: uma pessoa com quatro periódicos não são quatro pessoas. Cinco números — impedidos de trabalhar hoje, aptos com vigilância em vigor, aptidões vencidas, exames de retorno em falta e exposições acima do limite —, com aviso 60 dias antes de cada aptidão expirar.

Ligação aos outros módulos

A aptidão médica e as competências de Formação e competências respondem juntas à pergunta «esta pessoa pode fazer esta tarefa?». Exposições acima do limite geram acções em Acções (CAPA). O papel de Medicina do Trabalho atribui-se em Administração, e os requisitos legais de vigilância médica avaliam-se em Conformidade legal.

Em que plano está

Saúde ocupacional não faz parte do núcleo do Essencial. Está no Profissional quando a operação o exige — o sector e as respostas do registo activam-no — e no Enterprise. Consulte os preços por plano ou peça uma demonstração com o seu médico do trabalho.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre Saúde ocupacional.

Quem consegue ler as notas clínicas?

Só utilizadores com o papel de Medicina do Trabalho. Nem o administrador da conta as lê. A restrição está na base de dados e não pode ser alterada no ecrã de Administração.

O que vê o supervisor?

A conclusão de aptidão — apto, apto com restrições, inapto temporário ou inapto —, a validade e as restrições escritas em linguagem de escala de serviço, como «sem trabalho acima de 2 m de altura». Nunca o diagnóstico.

Posso registar trabalhadores de contratadas ou sem conta?

Sim. O exame regista o nome completo da pessoa, com ou sem conta na plataforma.

Exporta para PDF e Excel?

Sim, e a exportação sai sem conteúdo clínico. O painel clínico também não se imprime.

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