Quem procura segurança alimentar e catering encontra duas disciplinas que vivem lado a lado: a segurança dos alimentos e a segurança de quem os prepara. O EHSflow trata hoje da segunda — a segurança no trabalho em cozinhas industriais, cantinas e operações de catering em Angola, incluindo as que servem bases e acampamentos longe da cidade. O módulo de segurança alimentar (HACCP) está a caminho e é apresentado como brevemente.
Segurança alimentar e catering: os riscos de quem trabalha na cozinha
Uma cozinha industrial concentra riscos num espaço pequeno. Queimaduras em fogões, fritadeiras e marmitas. Cortes em facas e máquinas de corte. Quedas em pisos molhados ou com gordura. Esforço repetido e transporte manual de cargas pesadas. Câmaras frigoríficas, onde alguém pode ficar fechado. Produtos de limpeza químicos. E o gás e a gordura acumulada na exaustão, que tornam o incêndio um risco constante.
O catering para bases e acampamentos acrescenta distância: várias cantinas, cada uma com a sua equipa, longe do escritório e muitas vezes com pouca rede. O cliente da base audita a cozinha e pede evidência — de inspecções, de formação, de aptidão médica das pessoas que manipulam alimentos.
Onde a informação costuma falhar
- Pequenas queimaduras e cortes que não se registam e que escondem um padrão.
- Fichas de aptidão médica em papel, com validades que ninguém acompanha.
- Inspecções de extintores e de primeiros socorros sem registo que se possa mostrar.
- Óleos alimentares usados e outros resíduos sem rasto até ao destino.
O que o EHSflow activa para alimentar e catering
Ao escolher Alimentar e catering no início, a conta fica com os 10 módulos do núcleo e 4 do pacote do sector.
O núcleo
O reporte de ocorrências pelo telemóvel permite registar uma queimadura ou um quase-acidente no próprio turno, com fotografia e mesmo sem rede. As inspecções com checklists trazem modelos de partida para arrumação e limpeza, meios de combate a incêndio e primeiros socorros, e a sua equipa cria os restantes. A formação e as competências guardam cada certificado com a sua validade, e os riscos avaliam-se por posto de trabalho com matriz 5×5.
O pacote do sector
- Saúde ocupacional — aptidão médica de cada trabalhador com validade, restrições operacionais e exames de retorno. Uma aptidão vencida não conta como apto. As notas clínicas só o médico as vê.
- Observações — observações comportamentais anónimas por defeito: uso de luvas de protecção, arrumação, manuseamento de facas, levantamento de cargas.
- Auditorias — programa anual por área e trimestre, constatações com cláusula e evidência, e auditorias que não fecham com não-conformidades sem acção. Serve as auditorias internas e a preparação para as do cliente.
- Ambiente e resíduos — resíduos como óleos alimentares usados, com saídas e confirmação do destino final.
Brevemente: segurança alimentar (HACCP)
O módulo de Segurança alimentar (HACCP) vai juntar-se ao pacote do sector. Ainda não está disponível, não tem data anunciada e não deve contar com ele numa decisão de hoje. Até lá, as verificações de rotina da cozinha podem ser feitas como checklists de inspecção criadas pela sua equipa.
Várias cantinas, uma só gestão
Cada cozinha ou cantina pode ser uma base. O chefe de cada cozinha vê os seus registos; a direcção de operações vê todas as unidades no painel, com as acções em atraso e os indicadores comparados com o período anterior.
Que plano escolher
Com os módulos do pacote do sector, o plano indicado é o Profissional, que cobre até 5 cozinhas ou cantinas com servidor dedicado. Uma única cozinha que use apenas o núcleo pode ficar no Essencial. Com 6 ou mais unidades, ou mais de 1.000 trabalhadores, o Enterprise. Os valores estão na página de preços do EHSflow.
Começar
Pode criar a conta já configurada para alimentar e catering e usar os 30 dias de avaliação grátis, sem cartão. Para ver a plataforma com a sua equipa de operações, peça uma demonstração para a sua cozinha.